Militares são absolvidos de acusação de fraudar local de confronto que resultou na morte de “Mortadela”
Foto: Arquivo PM
Os policiais militares Rafael de Oliveira Bispo, Luis Adriano Santana Gurjão Ferreira, Robson da Silva Cruz, Daniel Menezes, Brenda Oliveira, Marcelo Almeida e Edivan Tavares, foram absolvidos de acusação imposta em 2019 por fraudar local de confronto que culminou com a morte de Bruno dos Santos Santana, vulgo “Mortadela”, ocorrida em Setembro de 2016.
De acordo com informações do advogado Charlles Bordalo, os militares não cometeram o crime e por esta razão foram absolvidos da acusação. “No dia do confronto, em 10 de setembro de 2016, no interior de uma residência localizada na Passagem Santa Clara, na Ponte do Farofa, no Bairro Araxá, teria ocorrido um confronto que resultou na morte de Mortadela. Ele ainda chegou a ser encaminhado para o Hospital de Emergência, mas morreu naquela casa de saúde”, disse o advogado. “Segundo o MP, após o crime, todos os denunciados alteraram a cena do crime, retirando a vítima do local e levando-a para o Hospital de Emergência, encenando uma possível prestação de socorro, mas conseguimos provar que isso não ocorreu”, garantiu Bordalo.