Site em fase de desenvolvimento.

Portal Alyne Kaiser

Editorias em alta

Sem ajuste de salário e sob constante ameaça, policiais penais realizam manifestação na Praça da Bandeira

Matheus Antônio

1 min de leitura

Ouvir

Entre para favoritar

As favoritas ficam na sua área do assinante, em qualquer aparelho. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia já favoritada.

Sem ajuste de salário e sob constante ameaça, policiais penais realizam manifestação na Praça da Bandeira

Na manhã desta sexta-feira, 22, o Sindicato dos Policiais Penais realizou ato de paralização na Praça da Bandeira, cobrando o reajuste da tabela salarial para o piso superior. À quatro meses a classe vem lutando pela restruturação da carreira. Por lei, o antigo agente penitenciário se tornou policial penal, também tornando-se classe de nível superior.

O diálogo com o governo já foi feito, segundo o sindicato. A Secretaria de Estado da Administração (Sead) já deu o aval positivo para a nova tabela de remuneração, mas a Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan) está há um mês sem liberar a análise de impacto financeiro da nova tabela e, assim, embargando o ajuste salarial.

“Este ato hoje aqui é de cobrança para que o processo volte a andar, que volte para a Sead, para que ela baixe o martelo junto com o governador do estado”, afirma Antônio Mesquita, presidente do Sindicato dos Policiais Penais do Amapá.

Presidente do sindicato Antônio Mesquita
Presidente do sindicato Antônio Mesquita

Outras reinvindicações foram cobradas no ato, como a reestruturação da carreira e melhores condições de trabalho. “O Estado está faccionado. Quem segura essas facções são os policiais penais, porque essas facções estão dentro da cadeia”, ressalta o presidente do sindicato.

Jonatas diz que categoria espera há sete ano por reajuste
Jonatas diz que categoria espera há sete ano por reajuste

“Nós estamos há mais de sete anos sem nenhum acréscimo”, cita Jonatas de Oliveira, que atua na área há oito anos e fazia presença no ato pelo ajuste salarial e melhores condições de trabalho. A reportagem do portal Alyne Kaiser procurou a Secretaria de Estado de Planejamento, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria. 

Compartilhe esta notícia

WhatsAppFacebookX

Entre para favoritar

As favoritas ficam na sua área do assinante, em qualquer aparelho. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia já favoritada.

O que você achou desta notícia?

Sua avaliação ajuda a redação.

Entre para avaliar

Só assinantes avaliam as notícias, e as avaliações ficam na sua área do assinante. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia já avaliada.

ReportagemMatheus AntônioVer todas as notícias

Comentários

Só assinantes comentam, e cada comentário passa pela moderação da redação antes de aparecer. Regras dos comentários

Entre para comentar

Só assinantes comentam e respondem nas notícias. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia.

Leia também

Mais de Cidades