Site em fase de desenvolvimento.

Portal Alyne Kaiser

Editorias em alta

UPA Zona Sul e UEI conscientizam sobre automedicação

Da Redação

1 min de leitura

Ouvir

Entre para favoritar

As favoritas ficam na sua área do assinante, em qualquer aparelho. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia já favoritada.

UPA Zona Sul e UEI conscientizam sobre automedicação

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Sul e Unidade Estadual de Internação realizaram palestra e blitz educativa para conscientizar colaboradores e pacientes sobre automedicação. A atividade foi em alusão ao Dia Nacional da Farmácia, lembrado em 5 de agosto.

Com o tema ‘Eu Digo Não à Automedicação’, a palestra foi desenvolvida pela coordenadora de farmácia das unidades, Jacidalva Lopes, e pelo presidente da Comissão de Humanização e Educação em Saúde (COHUMES), Adriano Prata, que destacaram os perigos do uso irracional de medicamentos.

“As pessoas recorrem ao conhecimento empírico ou a pesquisas rasas na internet sobre os sintomas que sente e os remédios indicados. A internet é uma poderosa ferramenta de comunicação, informação, porém não substitui a avaliação de um profissional de saúde, que possa considerar sintomas, histórico familiar e alergias”, afirmou Adriano Prata.

O presidente da COHUMES destaca que a automedicação, infelizmente, é comum, o que justifica muitas pessoas apresentarem dependência de alguns medicamentos e/ou resistência a determinadas medicações.

De acordo com os palestrantes, as pessoas são resistentes na hora de fazer uma avaliação médica.
De acordo com os palestrantes, as pessoas são resistentes na hora de fazer uma avaliação médica.

“A acessibilidade da população aos medicamentos permite que o número de pessoas com problemas gastrointestinais, reações cutâneas com risco à vida, alterações nas células sanguíneas, overdose e outros infortúnios, sejam cada vez mais comuns”, disse.

De acordo com os palestrantes, as pessoas são resistentes em fazer uma avaliação médica por achar que a fila de espera é grande e por acreditar que o medicamento que vai ser prescrito é o que ela já sabia que deveria tomar.

“Nada é mais importante do que a avaliação de um profissional. Isso porque existem pessoas que sofrem há anos com doenças graves que nem imaginam, mas ficam postergando o diagnóstico, cuidando apenas de sintomas”, explicaram.

Compartilhe esta notícia

WhatsAppFacebookX

Entre para favoritar

As favoritas ficam na sua área do assinante, em qualquer aparelho. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia já favoritada.

ReportagemDa RedaçãoVer todas as notícias

Leia também

Mais de Saúde