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Policia Civil apreende baterias e cabos de cobre furtados de empresas de telefonia e energia elétrica

Da Redação

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Policia Civil apreende baterias e cabos de cobre furtados de empresas de telefonia e energia elétrica

A Polícia Civil do Estado do Amapá deflagrou nesta quarta-feira, 2, a Operação Cuprum II, com o objetivo de reprimir furtos de baterias pertencentes à empresa OI Telefônica, bem como cabeamento metálico de alumínio e transformadores de transmissão de energia elétrica que são usados na rede de elétrica do Amapá, de propriedade da empresa CEA Equatorial.

Durante a Operação foram cumpridos dois mandados judiciais de busca e apreensão em uma empresa do ramo de reciclagem e sucataria em Macapá, onde foi identificado no local diversas barras de ferros, usadas nas torres de transmissão de energia elétrica e um transformador pertencente à empresa de energia CEA. Segundo o Delegado Ronaldo Entringe, durante a investigação policial foi apurado também o delito de receptação qualificada, uma vez que o material é furtado e vendido para à empresa que hoje foi alvo da operação.

“A empresa investigada vem lucrando exponencialmente com a compra de produtos ilícitos, uma vez que o objetivo é a extração de cobre, chumbo e alumínio desses objetos furtados, os quais são revendidos para siderúrgicas e indústrias de outros estados da federação, o que resultaria à empresa objeto da busca, um lucro estimado de cerca de R$ 3 mil/anual, comercializando o material ilícito”, disse o delegado.

A Delegada Joseane Carvalho, titular da 6ª DPC, ressalta que esses furtos provocam, rotineiramente, a interrupção de fornecimento de internet e à energia elétrica aos órgãos públicos, empresas, e cidadãos de Macapá e de outras cidades do Estado do Amapá, o que resulta em prejuízos tanto à atividade pública quanto privada.

No local foi encontrado diversas barras de ferros, usadas nas torres de transmissão de energia elétrica.
No local foi encontrado diversas barras de ferros, usadas nas torres de transmissão de energia elétrica.

“A preocupação da Polícia Civil é combater continuamente tais práticas ilícitas para que a sociedade possa utilizar adequadamente e com tranquilidade os serviços de telecomunicações, internet e energia elétrica que são essenciais”, frisou a delegada.

O crime de furto qualificado prevê uma pena de reclusão de 2 a 8 anos; o de receptação qualificada (compra de material furtado) é mais severo, indo de 3 a 8 anos de prisão e multa e da posse ilegal de arma de fogo, de 01 a 03 anos e multa.

A Operação Cuprum II foi comandada pela 6ª DPC e teve a cooperação da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE).O nome da operação “cuprum” é em alusão a expressão em latim do metal cobre.

Os inquéritos policiais serão concluídos e encaminhados à Justiça para a responsabilização dos infratores.

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