Site em fase de desenvolvimento.

Portal Alyne Kaiser

Editorias em alta

Fecomércio pede que governo adote mais medidas de fiscalização ao invés de Lockdown

Jamile Moreira - Editora-Chefe Interina

2 min de leitura

Ouvir

Entre para favoritar

As favoritas ficam na sua área do assinante, em qualquer aparelho. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia já favoritada.

Fecomércio pede que governo adote mais medidas de fiscalização ao invés de Lockdown

Presidente da federação diz que um novo fechamento seria uma tragédia para os trabalhadores

A possibilidade do Governo decretar um novo Lockdown no estado do Amapá gerou a manifestação de diversos segmentos econômicos, entre eles a Federação do Comercio (Fecomércio), que pede a intensificação das fiscalizações e a abertura de novos leitos, ao invés do fechamento total das atividades.

Segundo o presidente da federação, Eliezir Viterbino, a atitude tem ainda um agravante maior, no primeiro lockdown os brasileiros tinham o auxilio emergencial, que de alguma forma ajudou muitos trabalhadores na primeira onda de contágio. Agora, sem o auxílio dado pelo Governo Federal, uma paralisação das atividades representaria uma grande tragédia para todos que direta ou indiretamente dependem do comércio.

“Nós reconhecemos que o momento é delicado, seja pela lotação do HU, pelo ritmo lento da vacina e pelas novas variantes, só que é importante destacar que o comercio não é o setor de contágio responsável por essa nova onda de casos. Temos dados estatísticos que mostram que o período em que o comercio foi fechado pela primeira vez o ciclo de contaminação continuou o mesmo. Paralisar as atividades, em um momento como esse, sem o auxilio financeiro para a população representaria uma grande tragédia na vida de milhares de brasileiros que não terão como se manter”, declarou Viterbino.

Ainda de acordo com o presidente, o aumento dos casos se dá pela crise comportamental de muitos amapaenses que insistem em desobedecer decretos e protocolos de seguranças. “As pessoas não estão respeitando os decretos no que tangem as aglomerações, ao uso de mascaras, e principalmente nessas organizações de festas clandestinas, que devem ser combatidas. O que pedidos é exatamente que tenha a intensificação dos leitos hospitalares clínicos e de UTI de acordo com a demanda, e das fiscalizações. Nosso pedido é que o poder público cumpra com o dever que é de policia de fiscalizar e puna aqueles que não estão cumprindo as normas”.

A federação aguarda uma reunião com o governador Waldez Góes, com o prefeito da capital Antônio Furlan e o comitê de enfrentamento à Covid-19, para que o posicionamento da federação, bem como o relatório que o órgão possui sejam apresentados.

Compartilhe esta notícia

WhatsAppFacebookX

Entre para favoritar

As favoritas ficam na sua área do assinante, em qualquer aparelho. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia já favoritada.

ReportagemJamile Moreira - Editora-Chefe InterinaVer todas as notícias

Leia também

Mais de Amapá