
Um criminoso identificado como Paulo Henrique dos Santos Melo, que já tem passagem pela penitenciária pelo crime de roubo, foi preso na tarde deste domingo (17), sob a acusação de ser o autor do sequestro relâmpago de um médico, ocorrido um dia antes.
De acordo com a Polícia Militar (PM), uma equipe do 1° batalhão fazia o policiamento especial voltado para a realização do concurso público quando avistou o suspeito nas proximidades do Conjunto Habitacional Jardim Açucena, na zona sul de Macapá.
Ao perceber a presença da polícia, Paulo Henrique correu com as mãos na cintura, para tentar fugir da prisão, mas foi alcançado e acabou capturado. Com eles os militares encontraram um revólver calibre 38 com a numeração suprimida. Ele foi apresentado no Ciosp do Pacoval e na delegacia foi reconhecido pela vítima.
O caso
De acordo com informações, após largar o plantão, por volta de 8h, em uma unidade de saúde na zona norte da cidade, o médico parou em uma farmácia, já na zona sul, quando foi abordado por um indivíduo armado, no estacionamento do estabelecimento. Rendida, a vítima foi obrigada a dirigir pela rodovia JK, sentido ao município de Santana.
Durante o trajeto o criminoso exigiu que o profissional fizesse transferências bancárias por meio de pix e de aplicativos. Entretanto, as contas acabaram bloqueadas pelo próprio Banco. Foi então, que o bandido obrigou o médico a fazer saques no caixa eletrônico. Depois de rodarem aleatoriamente e tentarem em outros lugares, o Banco escolhido foi o localizado na rua Leopoldo Machado. Para entrar com a vítima na agência, Paulo Henrique vestiu uma bata cirúrgica e colocou um óculos que estava no carro da vítima. A quantia sacada foi de R$ 1 mil.
Após isso, o criminoso forçou o médico seguir até uma área de pontes, no bairro Congós, também na zona sul. Antes de desembarcar, Paulo Henrique chegou a fazer uma ligação do celular do médico, para alguém que, segundo a vítima, ele chamou de “amor”. Em seguida, ele fugiu levando, além do dinheiro, o telefone, um relógio, um estetoscópio e outros objetos de valores.
Esse seria o segundo caso de sequestro relâmpago ocorrido no estacionamento da farmácia.






