Site em fase de desenvolvimento.

Portal Alyne Kaiser

Editorias em alta

Ataque político disfarçado de denúncia tenta criminalizar nomeação legal de Iury Soledade no Governo do Amapá

Da Redação

2 min de leitura

Ouvir

Entre para favoritar

As favoritas ficam na sua área do assinante, em qualquer aparelho. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia já favoritada.

Ataque político disfarçado de denúncia tenta criminalizar nomeação legal de Iury Soledade no Governo do Amapá

Uma publicação recente tenta levantar suspeitas sobre a nomeação de Iury Lorran Silva da Soledade para cargo comissionado no Governo do Amapá, utilizando como base um episódio judicial antigo, já amplamente conhecido, explorado fora de contexto e com nítido viés político.

A nomeação de Iury Soledade para o cargo de Assessor Técnico Nível II (CDS-2), conforme Decreto nº 0240/2026, segue os trâmites legais previstos na legislação estadual. Cargos comissionados, por definição, são de livre nomeação e exoneração, não havendo qualquer impedimento legal para o exercício da função por parte do nomeado.

O que chama atenção, no entanto, é o timing do ataque. “A chamada “denúncia” surge logo após a divulgação de que eu, Iury recusei convite de setores da oposição para assumir cargo político fora da atual estrutura do município, optando por permanecer na gestão sob a liderança de Clicia e Djalma. A partir desse momento, passei a ser alvo de uma tentativa clara de desgaste público”, disse ele.

O caso judicial citado na matéria remonta a 2021 e não resultou em qualquer impedimento legal ou administrativo atual, tampouco em inelegibilidade ou vedação ao exercício de cargo público. À época, o próprio Iury negou as acusações e informou que recorreria da decisão, como é garantido a qualquer cidadão pelo devido processo legal.

“Transformar um episódio antigo em instrumento de ataque seletivo revela mais sobre os interesses de quem publica do que sobre a real preocupação com a moralidade administrativa. Se o critério fosse técnico e isonômico, inúmeros agentes públicos em diferentes esferas também estariam sob escrutínio permanente, o que não ocorre”, disse ele.

“É preciso destacar que não existe condenação que me impeça de exercer função pública, e qualquer tentativa de rotulá-lo como “inapto” sem decisão definitiva configura julgamento político e moral antecipado”, afirmou.

“O debate legítimo sobre critérios de nomeação não pode ser usado como arma para perseguição pessoal, muito menos como retaliação política a quem escolhe permanecer em determinado campo de atuação”, completou Iury.

“A população merece jornalismo responsável, contextualizado e honesto, não matérias motivadas por disputas de bastidores travestidas de denúncia”, disse.

O espaço segue aberto para manifestações de todas as partes, inclusive para esclarecer os reais interesses por trás da tentativa de desgaste.

Compartilhe esta notícia

WhatsAppFacebookX

Entre para favoritar

As favoritas ficam na sua área do assinante, em qualquer aparelho. A assinatura é grátis: só nome e e-mail. Depois do código, você volta para esta notícia já favoritada.

ReportagemDa RedaçãoVer todas as notícias

Leia também

Mais de Denúncia