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Condenado por matar e ocultar corpo de mulher às margens da Br-156 é preso

Da Redação

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Condenado por matar e ocultar corpo de mulher às margens da Br-156 é preso

O julgamento ocorreu em 2019, na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Macapá. O advogado da família da vítima, doutor Osny Brito, trabalhou na acusação do caso, para condenar o réu.

A defesa recorreu da sentença tramitando os recursos cerca de 3 anos nos tribunais superiores.

Relembrando o caso
A vítima foi vista viva pela última vez no dia 24 de março de 2016, na orla da capital, com amigos e ingerindo bebidas alcoólicas, segundo investigação da Polícia Civil.

Em 8 de maio de 2016, mais de um mês depois, a ossada dela foi encontrada no quilômetro 25 da Rodovia BR-156, no trecho entre Laranjal do Jari e Macapá.

O tribunal do júri condenou Wesley pelo crime de homicídio qualificado, por recurso que impossibilitou a defesa da vítima e ocultação de cadáver, acusação feita pelo advogado da família da vítima dr Osny Brito.

Investigação
A jovem morava no Suriname e passava férias em Macapá. De acordo com a denúncia do MP, feita em janeiro de 2017, a vítima saiu para consumir bebida alcoólica com um primo e um amigo em comum, e, na madrugada de 24 de março de 2016, se encontrou com Wesley na orla da capital, com quem seguiu consumindo bebida alcoólica.

A denúncia descreveu, com base no inquérito da Polícia Civil, que, ainda naquela madrugada, Nagila entrou no carro de Wesley, e juntos, foram até um posto de gasolina. Ele foi a última pessoa vista com ela.

A polícia também afirmou no inquérito que, após matar a vítima com uso de instrumento contundente, Wesley usou o próprio chip no celular da vítima, e deixou o aparelho no porta-malas do próprio carro.

Na denúncia, o MP descreveu que, após matar a vítima, Wesley se encontrou com um primo, que inicialmente foi acusado de ajudar a ocultar o corpo de Nagila às margens da Rodovia BR-156.

O veículo usado no crime para levar o corpo da vítima até a rodovia foi levado por Wesley para o Pará, onde foi vendido, assim como o celular da vítima. O aparelho foi encontrado pela polícia em Santarém. Ao ser indagado sobre o celular da vítima no próprio carro, o acusado disse que não sabia a quem pertencia.

Depois de quase 7 anos do fato, o acusado foi preso e está cumprido pena no iapen.

“Prendemos o condenando que matou brutalmente a jovem Nagila, iniciará o cumprimento da pena de 19 anos, a família esperou por longos anos, mas hoje o réu está atrás das grades e a família da vítima pode dormir tranquila sabendo que o réu está preso, é o conforto mínimo, assim espero que a jovem najila possa finalmente descansar em paz com seu sorriso bonito, pois fizemos justiça” comentou Brito, advogado da família da vítima.

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