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Com licitação barrada e fim de concessão, usuários do transporte público sofrem para se locomover no Amapá

Da Redação

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Com licitação barrada e fim de concessão, usuários do transporte público sofrem para se locomover no Amapá

A saga de quem depende de transporte público em Macapá está cada vez pior. Além de andar em ônibus em péssimas condições, e ficar por mais de uma hora nas paradas de ônibus, os que ainda circulam andam completamente lotados, pondo em risco a vida dos passageiros.

Na manhã desta quinta-feira, 11, usuários do transporte coletivo enviaram à Redação do Portal Alyne Kaiser, imagens de um ônibus da linha Marabaixo/Universidade da empresa Sião Tur, que levava os passageiros amontoados com a porta aberta.

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Segundo o relato de um passageiro “o motorista expôs todos a risco de segurança de vida e extremo estresse por super lotação”.

O passageiro também contou que o motorista “colidiu de raspão com outro veículo de transporte público, na av. Fab, e também jogou o ônibus para cima de um ciclista”.

Desde que o contrato de concessão precária com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá (Setap) encerrou no último domingo (07) os serviços de transporte ficou pior, submetendo os passageiros a transportes alternativos como as lotações.

Quem opta por essa alternativa acaba sentindo mais no bolso, caso do auxiliar administrativo Ronaldo Braga, que tem gastado mais para poder chegar aí trabalho. “Eu já saí mais cedo de casa na esperança de pegar o primeiro ônibus, mas os poucos que passam não param. A única solução para não perder o dia de trabalho é pagar para uma lotação, o que estava fora do meu orçamento”.

Usuários criaram grupo no whats
Usuários criaram grupo no whats

A situação precária do transporte já se estende há muito tempo, no começo do ano a Prefeitura de Macapá chegou a lançar uma licitação do transporte público, mas que foi levada à Justiça pelo Setap que contesta os termos do certame.

Nossa reportagem entrou em contato com o Setap a respeito do ônibus superlotado, mas até o final da reportagem não obtivemos resposta.

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