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Operação Cidade de Esmeraldas investiga servidores públicos do Poder Judiciário e lideranças de organizações criminosas, que atuavam ilicitamente por meio de decisões expedidas pela VEP

Da Redação

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Operação Cidade de Esmeraldas investiga servidores públicos do Poder Judiciário e lideranças de organizações criminosas, que atuavam ilicitamente por meio de decisões expedidas pela VEP

A Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Polícia Federal e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP) deflagraram, em atuação conjunta, nesta sexta-feira (6), a “Operação Cidade de Esmeraldas”.

A ação visa desmantelar um esquema de corrupção que envolve servidores públicos do Poder Judiciário e lideranças de organizações criminosas, que atuavam ilicitamente por meio de decisões expedidas pela Vara de Execução Penal de Macapá.

Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, além de 5 mandados de prisão preventiva, expedidos pelo Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP). A operação ocorreu simultaneamente nas cidades de Macapá/AP, Belém/PA, Rio de Janeiro/RJ, Curitiba/PR e Santa Catarina/SC.

O processo tramitou na Procuradoria-Geral de Justiça, pois envolve autoridade com foro de prerrogativa. As investigações tiveram início após a Operação Queda da Bastilha, em âmbito do Ministério Público, houve o apoio à PGJ pelo Núcleo de Investigação (NIMP) e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) da instituição.

O PGJ Paulo Celso Ramos enfatizou a importância do combate à corrupção e ao crime organizado, bem como agradeceu as demais forças da segurança pública que contribuíram para o êxito da operação:

“Essa ação em conjunto é um passo decisivo na luta para garantir que a justiça prevaleça e que aqueles que abusam de suas posições para corromper o sistema sejam responsabilizados. É nosso dever proteger a integridade do sistema judiciário. Agradeço a todas as forças policiais que se uniram nesta operação, em especial à Polícia Federal, Polícia Civil e policiais penais do IAPEN e Secretária de Segurança Pública do Estado, os quais contribuíram direta e indiretamente para o bom desenvolvimento do trabalho. A ação em conjunto é fundamental para desmantelar essas redes criminosas que ameaçam nossa sociedade de forma cada vez mais organizada”.

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