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Ex-candidato a vereador, acusado de ser bancado por organização criminosa, volta a ser preso em ação do Bope

Alyne Kaiser Editora Chefe

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Ex-candidato a vereador, acusado de ser bancado por organização criminosa, volta a ser preso em ação do Bope

Luanderson Alves, mais conhecido como “Caçula”, acusado de ter sua campanha política a vereador em 2024 financiada por organização criminosa, foi preso nesta quarta-feira, 4, durante a Operação Renoe, uma iniciativa nacional das Polícias Militares para o enfrentamento às organizações criminosas. Contra ele havia um mandado de prisão pelos crimes de tráfico de drogas, formação de quadrilha e crime eleitoral.

A operação é articulada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Coordenação-Geral de Operações Integradas e Combate ao Crime Organizado (CGOI) da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), no âmbito da
Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe).

Lembre o caso

Em Macapá, a operação Herodes, deflagrada pela Polícia Federal, no dia 20 de setembro, investigou envolvimento de agentes públicos e candidatos com uma facção criminosa que estaria financiando campanhas e coagindo eleitores a votarem em seus escolhidos.

Durante a ação, o então subsecretário de Zeladoria Urbana da capital que integra o primeiro escalão da gestão do prefeito Furlan (MDB), Jesaías Silva da Silva, conhecido como “Jesa”, foi preso.

Também foi expedido mandado de prisão contra o candidato a vereador “Cacula”, Luanderson de Oliveira Alves, que atuava na linha de frente da campanha à reeleição do atual prefeito. Luanderson estava com um mandado de prisão em aberto.

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