Polícia

Operação Roleta-Russa: acusados de roubo e tráfico de drogas são presos em ação do MP

Na manhã desta terça-feira, 28, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Núcleo de Inteligência (Nimp), deflagraram a Operação Roleta-Russa, com o intuito de dar cumprimento a nove mandados de busca e apreensão e a três mandados de prisão preventiva contra integrantes de uma quadrilha acusada de praticar uma série de roubos a residências e estabelecimentos comerciais e que também promove a venda de drogas ilícitas.

As ordens judiciais foram executadas em casas nos bairros Araxá, Pacoval e Cidade Nova, e no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). Durante o cumprimento dos mandados, uma mulher foi presa em flagrante por receptação.

A investigação, segundo informações, iniciou com um Inquérito Policial (IP) na Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio (DECCP) da Polícia Civil (PC). Devido à complexidade dos casos, houve a necessidade de cooperação do Gaeco e do Nimp,

Operação deu cumprimento a nove mandados de busca e apreensão, e a três mandados de prisão preventiva.

Dentre os integrantes do grupo criminoso, a polícia identificou uma mulher que age juntamente com seus dois filhos maiores de idade, e um homem que dissimulava trabalho como motorista de aplicativo, mas que na verdade prestava auxílio ao bando durante os assaltos e o tráfico de drogas.

Bando é acusado de praticar uma série de roubos e também promover a venda de drogas ilícitas

Operação roleta-russa é uma referência a um jogo inconsequente em que o perdedor pode pagar com a própria vida. No caso, essa é uma característica peculiar dos investigados que, quando saiam para praticar os roubos, diziam ter a consciência de que iam para “o tudo ou nada, ganhar ou perder”, por essa razão, eram extremamente violentos com suas vítimas.

A ação contou com o apoio dos militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e da Força Tática da Polícia Militar (PM); do Grupamento Tático Aéreo (GTA); da Sejusp e do Grupo Tático Prisional (GTP) do Iapen.

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