AmapáCovid-19

Usina de oxigênio chega em Macapá

Equipamento foi transporte pela FAB e será instalado no Centro Covid do Santa Inês em Macapá

Chegou às 17h37 desta sexta-feira (26) o avião da FAB, que saiu de Curitiba trazendo uma usina de produção de oxigênio hospitalar, doada pela iniciativa privada ao governo do Amapá, a pedido do senador Davi Alcolumbre. Por questão estratégica de enfrentamento à Covid-19, o equipamento, que foi doado ao governo estadual, será cedido à prefeitura de Macapá e instalado no Centro Covid do Santa Inês, na capital.

Tudo foi devidamente estudado e decidido entre o senador Davi, o governador Waldez e o prefeito Dr. Furlan. Por isto, um documento de termo de cessão será assinado, entre o governo do estado e a prefeitura de Macapá, oficializando o processo.

“O objetivo é salvar vidas. E somente com a união de todos podemos enfrentar o coronavírus. Ninguém pode medir esforços e todo mundo precisa colaborar neste momento”, disse Davi.

Esforço para garantir oxigênio

O senador conta que começou a agir ainda no dia 4 de março, tão logo recebeu o ofício da procuradora Ivana Cei, do Ministério Público do Amapá, solicitando ajuda para a aquisição de usinas de oxigênio para o Amapá, dado o agravamento da pandemia de covid-19.

Primeiramente Davi fez a ponte e conseguiu, junto ao governo federal, o envio de duas usinas de oxigênio. Uma para Laranjal do Jari e outra para o Oiapoque. Depois, o senador foi bater na porta da iniciativa privada e conseguiu a doação dessa usina produtora de oxigênio hospitalar, cujo valor é de R$ 1,2 milhão, para o governo do estado, que agora irá formalizar a cessão à prefeitura de Macapá.

Ainda esta semana, Davi precisou solicitar ao ministro Fernando Azevedo, da Defesa, o envio de um avião da FAB ao Pará para transportar mais de 500 cilindros de oxigênio da empresa White Martins ao Amapá. A missão exigiu duas viagens, dado o peso da carga.

Retaguarda

Davi disse que a usina doada tem um equipamento extra, que permite o abastecimento de 32 cilindros de 7 metros cúbicos a cada 24 horas.

“Enquanto a usina principal produz oxigênio para o [Centro de Covid] Santa Inês, o equipamento extra consegue abastecer aqueles 528 cilindros que levamos para o Amapá esta semana. Isto vai permitir que os cilindros sejam distribuídos para onde houver demanda, seja na rede pública, seja na rede privada de saúde no estado do Amapá. Esta é, também, uma boa notícia. Vamos ampliar o raio de cobertura e a capacidade de produção de oxigênio hospitalar para pacientes graves de Covid”, disse Alcolumbre. (Texto: Asscom. Fotos: Fabiano Menezes).

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