Brasil

Anvisa aprova uso emergencial de vacinas contra Covid-19 no Brasil


Enfermeira em São Paulo é a primeira imunizada

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou neste domingo, 17, os pedidos de uso emergencial no Brasil das vacinas CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac, e AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford com a Fiocruz.

Com a aprovação por unanimidade dos diretores da Anvisa, o Brasil já poderá, em tese, aplicar os imunizante, a partir do momento em que a decisão for publicada no Diário Oficial da União, o que pode ocorrer ainda neste domingo. Mesmo sem a publicação, em São Paulo, o governo do estado já aplicou a primeira vacina minutos após a aprovação da Anvisa, em uma enfermeira de 54 anos, que atua na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

No Amapá o governo apresentou na semana passada o plano estadual de imunização a todos os prefeitos e secretários de saúde dos 16 municípios, com orientações sobre segurança, logística e armazenamento.

Em rede social o governador Waldez Góes, anunciou que recebeu comunicado do ministro da saúde, Eduardo Pazuello, informando a disponibilização do primeiro lote de vacinas para o estado nesta segunda-feira, 18.

Doses da vacina

O governo federal se comprometeu a distribuir de maneira exclusiva e simultânea as vacinas para todos estados e municípios, que, por sua vez, ficarão responsáveis pela logística de distribuição e aplicação dos imunizantes.

O Butantan tem à disposição 10,8 milhões de doses da vacina em solo brasileiro. No final de março, a carga total de imunizantes disponibilizados pelo instituto é estimada em 46 milhões de doses. Já a Fiocruz aguarda a chegada de 2 milhões de doses de vacina AstraZeneca/Oxford importadas da Índia.

Mônica Calazans primeira pessoa vacinada no Brasil

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